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Josalba Magalhaes
Comentário ·
há 10 anos
Estes artistas lhe representam? Ministério da Cultura como o "ganha pão" dos milionários? E o Brasil?
Leonardo Sarmento
·
há 10 anos
Parabéns... Excelente texto....
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Rodrigo Mota
Comentário ·
há 10 anos
Meu pai nunca pagou pensão. Posso pedir retroativo?
Jusbrasil Perguntas e Respostas
·
há 10 anos
Boa tarde, Dr. Lucas! Pela pesquisa que fiz a jurisprudência, seguindo as disposições do Código Civil art. 198, inciso I, entende que não corre prescrição contra os absolutamente incapazes, assim sendo enquanto o alimentando não completar 16 anos ele poderá cobrar o retroativo, depois dos 16 começa a correr a prescrição de 2 anos.
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Leonardo Sarmento
Comentário ·
há 10 anos
Estes artistas lhe representam? Ministério da Cultura como o "ganha pão" dos milionários? E o Brasil?
Leonardo Sarmento
·
há 10 anos
Daniel meu nobre,
Uma belíssima exposição que só vei agregar valor ao nosso artigo. Parabéns pelo discernimento!
Um grande abraço e obrigado pela participação!
LS.
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Daniel Araujo
Comentário ·
há 10 anos
Estes artistas lhe representam? Ministério da Cultura como o "ganha pão" dos milionários? E o Brasil?
Leonardo Sarmento
·
há 10 anos
Vejo algumas coisas diferentes ao redor desse assunto:
1. O número de ministérios e o escopo de atuação de cada um precisa voltar a ser uma questão de eficiência administrativa e não de ideologia ou, muito menos, política. Nesse sentido, toda a experiência e melhores práticas administrativas indicam que:
a. ao juntar assuntos sob um administrador, é melhor que sejam correlatos. Educação e Cultura me parecem bastante correlacionáveis;
b. o número de subordinados diretos precisa ser mantido num limite gerenciável. 20 ministérios JÁ é um número difícil de gerenciar efetivamente, mesmo assumindo um alto grau de autonomia. Num momento em que o país precisa de uma coordenação mais apertada, o limite máximo deve ser ainda mais reduzido. Parece-me que um número entre 12 e 15 seria o máximo aceitável. Acordado o número máximo, os assuntos precisam ser agrupados da maneira mais sensata.
c. ter um ministério separado não pode absolutamente ter NADA a ver com haver ou não uma verba para incentivo à cultura nem com os critérios para a sua distribuição. Que os artistas lutem por uma determinada política, por verbas ou critérios, parece-me razoável, concordando ou não com os pleitos. Mas entrar no mérito de criar um ministério separado por causa disso apenas revela o quanto o talento artístico não confere nenhum juízo em outras matérias (incluindo organização governamental, política econômica e orientação ideológica.
d. sempre haverá algum problema mais premente do que cultura. Mesmo que a saúde e educação fossem ótimas, haveria muitos outros problemas parecendo mais graves e urgentes. Mas não é possível governar sequencialmente: só tratamos da prioridade 2 depois de eliminarmos a prioridade 1.
É mais realista e razoável distribuir os recursos de forma balanceada (não igualitária). Conceitualmente, vejo como importante investir recursos em cultura. Mas os critérios para esses investimentos e a relação com outras prioridades, com certeza, deve ser questionada e adequada.
Maradona foi um admirável jogador de futebol. Mas estender a apreciação pelo seu talento a um respeito automático pelas suas opiniões em outras áreas ou pelo seu estilo de vida é um equívoco incompreensível para qualquer ser sensato. Imagine então os que o promoveram a uma espécie de deus, com direito até a igrejas... A mesma consideração aplica-se, por exemplo, a Chico Buarque: o merecido respeito pelo seu talento musical não deveria implicar em nenhum grau de respeitabilidade pelas suas posições políticas ou ideológicas.
Os próprios artistas deveriam ter a integridade e a grandeza de não abusar de suas influências em assuntos que não dominam. Mas isso seria ainda mais improvável do que nosso Congresso aprovar leis contra seus próprios benefícios...
Dois caminhos podem ajudar a por as coisas no devido lugar:
a. manifestar o repúdio às posições que consideramos impróprias de cada artista. Artista precisa de popularidade e são sensíveis a rejeições;
b. incentivar os artistas com posições mais razoáveis a se manifestar e contrabalançar o efeito dos que cremos equivocados.
Mas tudo isso é parte da democracia, com suas imperfeições e riscos... infinitamente melhor do que qualquer alternativa.
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